Querida irmã,
Ontem fui para o circo europeu com Felipe. Assim que entrei debaixo do toldo voltei a ter 5 anos. Do alto do meu 1,70 metros me senti pequena sentada numa cadeira de plástico. Meus pés não tocavam o chão, minhas pernas balançavam pra lá e pra cá. Impossível, eu sei. Mas o circo é exatamente isso: impossibilidades.
Confesso que as primeira atrações não superaram minhas expectativas. Talvez se os artistas mostrassem que realmente estavam a fim de fazer o que estavam ali para fazer. Por que não deixou de ser incrível, mas foi um incrível tão sem sal...
Aí entrou o malabarista. Confesso que não o aplaudi. Tava ocupada demais arregalando os olhos e abrindo a boca. Com graça, leveza e humildade ele foi simplesmente perfeito.
E os palhaços, ah os palhaços... acho que só no Cirque du solei ri tanto de palhaço de circo. Mas o mérito não é todo deles. Um garotinho de aproximadamente 5 anos roubou a cena. Um palhacinho nato. Já pode investir na carreira.
Ficamos ainda mais impressionados com o homem que corre dentro e sobre uma grande circunferência de ferro que gira no ar. Temos a nítida impressão que ele voa em alguns momentos, e irmã, dá um frio na barriga como se nós é que estivessemos lá.
Infelizmente não pude ver a segunda metade do espetáculo. Saber com que mais eu me impressionaria. Talvez eu vá de novo. Daí escrevo contando o resto.
Xero
segunda-feira, 21 de julho de 2008
domingo, 20 de julho de 2008
Querida irmã, acabo de chegar e digo que estou muito bem. Ontem 19/07 fui ao show do Rappa que aconteceu no anfiteatro do parque do cocó. Eu e felipe combinamos de encontar o resto da galera no terminal do Papicu as 20h(estúpido eu sei, o ônibus de casa para o terminal já passava no parque). Mas algumas pessoas não levariam celular, seria mais fácil encontrar todo mundo assim.
Já saímos com 30 minutos de atraso e no meio do caminho pedi que ele ligasse pra Aline perguntando onde os outros estavam, ao que ele responde " Não tenho o número da Aline." " Fabrício foi assaltado... Jonatas também... Ah liga pro Giordano, dele eu sei o número." " Não tenho créditos." Ri de raiva . Sério, quem precisa de um celular desses?
Repentinamente o celular toca: É Fabrício. Informamos que estamos a caminho e que vamos ficar esperando por eles dentro do ônibus já que é este mesmo que volta. Esquecemos porém que é Fabrício quem está do outro lado da linha ou seja: vai dar tudo errado!
Dito e feito. Primeiro não tinha ninguém na fila, segundo o ônibus não continuava e terceiro todos nós estavamos incomunicáveis. Mas logo achamos Jonatas e Fabrício que estava tomando caldo! Depois Giordano chega com a notícia que Aline não vem. Só nós então.
Chegamos ao parque. Começamos com um celular de limão e uma pepsi meio quente meio morna e com uma brincadeira: Toda vez que o dono de uma das barracas de bebida tocasse a sirene todos deveriam virar os copos. Ficamos "alegres" ligeiro. Depois combinamos que se alguém se perdesse todo mundo se encontraria depois do show num letreiro do Pão de Açucar que dizia " red bull 4,59". E fomos pra festa.
Sinceramente show morno. Já fui a shows melhores do rappa. Mas deu pra gritar grandes músicas de uma das melhores bandas do Brasil. E sair de lá com um gostinho de quero mais na garganta já arranhosa. Pelo menos a nova música "monstro invisível" que tocou ao final do show relembrou um pouco o cd "Lado B Lado A", pra mim o melhor do Rappa.
De lá voltamos a pé pra casa.
Bem foi isso. Xero e até a próxima.
Já saímos com 30 minutos de atraso e no meio do caminho pedi que ele ligasse pra Aline perguntando onde os outros estavam, ao que ele responde " Não tenho o número da Aline." " Fabrício foi assaltado... Jonatas também... Ah liga pro Giordano, dele eu sei o número." " Não tenho créditos." Ri de raiva . Sério, quem precisa de um celular desses?
Repentinamente o celular toca: É Fabrício. Informamos que estamos a caminho e que vamos ficar esperando por eles dentro do ônibus já que é este mesmo que volta. Esquecemos porém que é Fabrício quem está do outro lado da linha ou seja: vai dar tudo errado!
Dito e feito. Primeiro não tinha ninguém na fila, segundo o ônibus não continuava e terceiro todos nós estavamos incomunicáveis. Mas logo achamos Jonatas e Fabrício que estava tomando caldo! Depois Giordano chega com a notícia que Aline não vem. Só nós então.
Chegamos ao parque. Começamos com um celular de limão e uma pepsi meio quente meio morna e com uma brincadeira: Toda vez que o dono de uma das barracas de bebida tocasse a sirene todos deveriam virar os copos. Ficamos "alegres" ligeiro. Depois combinamos que se alguém se perdesse todo mundo se encontraria depois do show num letreiro do Pão de Açucar que dizia " red bull 4,59". E fomos pra festa.
Sinceramente show morno. Já fui a shows melhores do rappa. Mas deu pra gritar grandes músicas de uma das melhores bandas do Brasil. E sair de lá com um gostinho de quero mais na garganta já arranhosa. Pelo menos a nova música "monstro invisível" que tocou ao final do show relembrou um pouco o cd "Lado B Lado A", pra mim o melhor do Rappa.
De lá voltamos a pé pra casa.
Bem foi isso. Xero e até a próxima.
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